Transcender, descendo
até ao fundo das coisas, é como
varrer as folhas que
cobrem um caminho. Haverá sempre
mais folhas. E o coração
da jornada, o coração do nosso
próprio despertar, é descobrirmos
por nós mesmos que as folhas não são
o chão, e que afastá-las
revelará um caminho;
e, finalmente, que, para vivermos
plenamente, temos de seguir esse caminho



